sábado, 13 de novembro de 2010

São eles

Sim, são eles.
Eles que me acompanham em boa parte do tempo na minha vida. Estes meninos e meninas são os responsáveis pela felicidade dos meus últimos dias. Dias, não. Meses. Desde que nós todos nos engajamos nessa corrida contra o tempo, buscando sempre que possível estarmos unidos na casa de alguém ou em algum evento religioso ou cultural, eu tenho sido feliz de maneira inexplicável. E eu espero com minha mais profunda sinceridade que eles estejam se sentindo tão bem quanto eu.
É simplesmente inexplicável a união de nosso grupo, cada qual com sua característica, sua verdade mostrada a todos, sua idade sem preconceitos ou restrições, o mesmo respeito de um para com o outro, independente da situação, todos com gostos e atitudes semelhantes, mas cada um com seus detalhes que, de tão específicos, torna nosso grupo uno, como um todo, mas ao mesmo tempo como vários, cada um sendo o seu próprio grupo, com as conexões desejadas.

Rafael, amigo que ouve as bandas mais cabulosas do Heavy Metal. Diverte com as histórias de anime e com as idéias mais estranhas (não piores que as minhas, claro) mas que também tem um raciocínio fantástico, consegue pensar logicamente e buscar resultados que estão implícitos nas discussões.

Gabriella, atriz espetacular, garotinha linda que nos encanta com seu sorriso. Mesmo quietinha, talvez, de nós, a que menos fale, sempre deixa um espaço em branco quando ausente.

Beatriz, nossa xodó, a mais nova da turma encanta com seus olhos azuis e com a espontaneidade de seus atos. Em brincadeiras, contorcionismos, dançando rebolation ou em tentativas falhas de me assustar. Uma de nossas dançarinas favoritas <3

Gabrielli, a outra dançarina, é a mais zen. A que tem sempre um sorriso nos lábios, mesmo quando não está com vontade de rir. A que vê gnomos e sempre contagia com suas gargalhadas. Amiga daquelas companheiras, que mesmo quando não está conosco é uma presença certa em nossas vidas.

Luiza, a menina dos olhos coloridos. Quase uma Branca de Neve (ela é mais bonita que a Branca de Neve), sempre tem uma palavra de consolo, um abraço gostoso e dá risada da minha cara quando faço minhas confusões.

João Marcelo, o mais quieto, certamente. Porém, é o cara que toca trechos da 5ª Sinfonia de Beethoven brincando, que aprende a tocar violão sem fazer aula de nada e que inspira a fazer arranjos bonitos nas nossas apresentações. Mesmo não gostando de cantar.

Yuri, quase um irmão. Companheiro que me integrou ao V.I.S.H., que me faz relembrar da parte boa da adolescência, coisa que eu jamais desejei perder em mim, mas que aos poucos vai ficando "nas entrelinhas" de minha agenda diária, sempre lotada. Obrigado, meu amigo!

Barbara, uma das meninas mais lindas que já conheci. Ginasta, modelo e pizzaiola favorita. Dona daquele sorriso, daquele olhar. Simplesmente encantadora! Sem falar que é uma das pessoas que mais tem me alegrado nos últimos dias. Confesso ser um admirador não-secreto ;)


Baah, Rafael, Gaabi', Gabi, Bia, Luh, Dih, Jão, Yuri. =)


















Sim, ficou super enorme o post, mas por vocês, de verdade, seria pouco um post pra cada um. Posso dizer que este é o melhor grupo no qual já estive inserido. A única turma 100% saudável, unida em um único ideal, buscando sempre a diversão entre todos, sem brigas, sem discussões. Apenas risos e brincadeiras. Com as brincadeiras dos mais novos ou os jogos e esportes radicais dos mais velhos, estamos sempre bem.

Pra encerrar, segue essa música, dos amigos Digão, Paulão, Tião e Obada, da Banda Galápago's, que é uma verdadeira declaração de amor aos nossos velhos amigos...



Velhos Amigos

Pela estrada afora sigo meu caminho
Mas sem o teu sorriso fica tão vazio
As folhas que o vento traz e leva sem destino
Me lembram certos dias de intenso frio
Sem abrigo não há vida que o tempo poupe
Toda força é em vão, o chão se rompe

Com você, eu, enfim, vejo o mundo sob mim
Quando eu preciso você está aqui
Com seu abraço amigo a vida segue
Nos quadros as fotos me lembram o passado
E afloram a saudade viva em mim

Da loucura de um tempo bom
As histórias pra se contar sobre velhos amigos

Na soma de palavras criam-se versos
E juntos ao meu violão formam uma canção de acordes simples
Voz suave dizendo ser: AMIGO - a incomplexidade do viver
E saber viver é saber reconhecer
O quanto importante é não sonhar à sós
Que não existe o eu - existe o NÓS!
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